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A FARSA DO LOCKDOWN

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Arnaldo Adasz

Como governos, a mídia tradicional e as redes sociais conseguiram perpetrar a maior experiência social da história da humanidade.

Por Arnaldo Adasz

Em 30 de outubro de 1938, Orson Welles, no comando de sua companhia Mercury Theatre on the Air, fez a apresentação de uma obra de ficção chamada “Guerra dos Mundos”. Avisaram a todos que se tratava de uma encenação, e começaram. Durante a transmissão, houve um dos eventos mais importantes de pânico coletivo de toda a história, com pessoas ligando para a polícia, jornais, hospitais, pessoas fugindo de casa com suas famílias, tudo como se realmente o mundo estivesse sendo invadido por marcianos naquele exato momento.

Em janeiro de 2020 eu e a minha esposa Betânia estivemos em Las Vegas, onde me encontrei com os meus sócios da minha loja de armas, durante a Shot Show. Foi uma semana muito tensa e intensa, com diversos negócios se emoldurando e muitas coisas se definindo. Nas escalas dos voos de ida eu comecei a ver um grande número de pessoas usando máscaras, mas não compreendi o motivo. Esta foi uma viagem cheia de escalas, onde eu e a Betânia aproveitamos para passear um pouco em diversas cidades dos EUA.

Nos primeiros dias da viagem a Betânia pegou uma gripe, e nos acompanhou nos passeios, inclusive visitamos o Grand Canyon e a Represa Hoover, mas ela realmente não estava bem.

Ao sairmos de Los Angeles, houve uma demora excessiva para o embarque, e a Cia. Aérea nos informou que a demora foi porque alguém estava tossindo na perna anterior, e a aeronave precisou ser desinfetada.

Quando chegamos em Dallas, última etapa antes de embarcarmos para o Brasil, eu estava me sentindo febril, e comecei a tossir muito. No dia seguinte eu havia reservado um horário em Túnel de Vento, pois eu sou paraquedista e esta seria a minha primeira experiência em túnel de vento, estava muito ansioso por isso. Logo cedo chegamos para a atividade, mas eu estava me sentindo tão mal que simplesmente não consegui. Nós iríamos embarcar para o Brasil em poucas horas, e eu não tinha condições de ficar quarentenado nos EUA, então dei um “jeitinho”: me entupi de xarope pra tosse, e embarquei. De fato, consegui não tossir durante o longo voo.

Chegando no Brasil, os planos eram de passarmos um ou dois dias com minha mãe em São Paulo, antes de prosseguirmos para Araraquara-SP, mas eu estava em péssimas condições – prosseguimos diretamente para casa.

Foram 10 dias terríveis – eu nunca havia tido uma gripe tão forte. Falta de ar, e as minhas energias sendo consumidas de forma inédita. Fui no pronto socorro, onde após diversos exames foi constatado que meus pulmões estavam limpos, fiquei em casa, e ao final desta aventura eu, que nunca tive problemas de peso, havia perdido 10 quilos.

Passou-se um pouco de tempo, e começamos a receber as primeiras notícias de uma suposta pandemia. A primeira notícia que eu me lembro de ter visto, foi com uma foto de dezenas de covas abertas em um cemitério em São Paulo, preparando para receber os corpos das vítimas do COVID-19.

Um dos assuntos que sempre me chamaram a atenção e ao qual eu dediquei algum tempo dos meus estudos, é a comunicação em massa, eu sempre tive curiosidade sobre o assunto, e a minha primeira motivação foi tentar compreender as técnicas de manipulação como as de Goebbels, utilizadas para convencer nações inteiras ou pelo menos determinadas categorias ou camadas. Assim eu, como autodidata, consegui aprender e me treinar não para tentar manipular massas, mas para me treinar e identificar todas as tentativas de controle de massa que eu pudesse identificar – e no decorrer dos anos encontrei MUITAS destas ferramentas sendo utilizadas, principalmente em propaganda e marketing, mas também em religião e política.

De qualquer forma, eu sei que existe uma regra fundamental de controle de pânico em qualquer população, em que mesmo em face da pior tragédia, o governante sempre busca pacificar e ordenar a situação para evitar uma situação que pode ser gravíssima. A introdução da pandemia utilizando este nome, e imagens como as das covas no cemitério, mostraram de forma imediata que se tratava de uma campanha de aterrorização da população. Foi a primeira vez que eu vi, em meu tempo de vida, esta ferramenta sendo utilizada de forma intensa e consistente, e apesar de no primeiro momento não ser possível identificar quais seriam os objetivos, não existia dúvida de que não se tratava de um mero incidente nem de algo espontâneo. O que eu estava vendo era algo sólido, meticulosamente planejado e colocado em prática com método e precisão – métodos que eu já havia estudado e conhecia muito bem.

Eu não estou menosprezando a gripe em si – como eu disse, foi a gripe mais forte que eu já tive em toda a minha vida, e se eu não estivesse em boas condições físicas, poderia ter tido consequências mais graves. Mas durante o tempo em que fui severamente afetado, utilizei as técnicas que sei serem vitais para a recuperação em uma doença desta natureza – muita hidratação, ar fresco e alimentação leve.

Encurralaram a população fazendo exatamente o contrário – colocaram todo mundo em ambientes restritos, vedaram o acesso ao ar livre, obrigaram as pessoas a restringir fisicamente a respiração com o uso de máscaras, e fecharam empresas.

Em abril de 2020, uma mulher que estava sozinha em uma praça na cidade de Araraquara foi presa, de forma tão truculenta que isto gerou posteriormente a condenação do município ao pagamento de R$ 10.000,00 .

O prefeito Bruno Covas foi informado de que algumas empresas que foram fechadas no lockdown estavam operando mesmo de portas fechadas, então ele mandou equipes apoiadas por policiais removerem os funcionários e as portas das empresas foram soldadas. Hoje, pesquisando no Google, a IA sai com essa:

“***AI Overview **

A história de que o ex-prefeito de São Paulo Bruno Covas mandou “soldar portas” de comércios é uma fake news. O rumor circulou em redes sociais durante a pandemia de COVID-19, acompanhado por imagens antigas ou fora de contexto, mas nunca houve ordem ou prática da Prefeitura de São Paulo para soldar portas de estabelecimentos comerciais.” *YouTube·Jornalismo TV Cultura +1

Sabe aquilo que eu falei sobre manipulação de massas? Pois então, uma das coisas que estudei foi o livro 1984, de George Orwell. O principal personagem do livro era um funcionário público, cuja função era alterar as notícias dos jornais conforme se mudava o contexto político. Só que eu não nasci hoje, eu VIVI o período do lockdown, e eu assisti na TV ao vivo aos agentes soldando as portas. Quando Bruno Covas morreu de câncer e muitos se comoveram pela “grande perda”, eu não me comovi mais do que eu me comovo quando vejo qualquer bandido morrer. Por estas e outras é que eu decidi não me tornar político.

O mesmo bandido que mandou fechar o comércio em Araraquara e prender esta mulher, roubou fortunas do povo, justamente em fraude com respiradores, que se tornaram cada vez mais necessários não apenas pela disseminação da doença, mas também pela forma como as pessoas foram forçadas a se expor cada vez mais ao vírus, impedidas de se proteger e impedidas de respirar saudavelmente devido ao uso de máscaras. Mas este é um bandido que não será preso, porque seu sócio nas maracutaias é ministro do STF.

Juntamente com o lockdown, tivemos a maior e mais intensa campanha de restrição de liberdades de expressão da nossa era. Em um momento em que a comunicação humana passou a acontecer predominantemente através das redes sociais, fomos rigorosamente tolhidos justamente por estes meios, com censura pesada e punições severas. A minha principal ferramenta de interação com o público naquela época era o Facebook, e fui bloqueado e suspenso, tive publicações apagadas, e publicações marcadas por termos de censura – o que eu não via desde os meus tempos de criança, na época em que antes de qualquer programa ou filme na televisão aparecia a certidão de censura.

Continuei acompanhando as notícias, pois o fenômeno foi mundial. As notícias das mortes de idosos na Europa deixavam bem claro que o confinamento no inverno europeu somado à predisposições e comorbidades dos idosos eram as principais causas de morte, e revendo a minha experiência de dez dias com esta gripe, eu entendi que a mesma gripe em uma pessoa que já estivesse com a saúde seriamente comprometida poderia sim ser fatal.

A minha empresa também foi afetada duramente pelo lockdown. Naquele momento, minha principal atividade era a importação de armas de fogo vindas da minha loja no Texas para atiradores desportivos brasileiros, e a aviação mundial parou, ou seja, cessou a importação. Como é da minha natureza, aproveitei o tempo para compreender melhor a situação.

O Brasil tem um sistema estatístico centralizado onde são reportados todos os óbitos, e é um dos poucos sistemas brasileiros que são confiáveis, pois o sistema se baseia nas certidões de óbito. Comecei a estudar as métricas, e, para zero surpresa, vi que o total de óbitos continuava nos mesmos níveis dos anos anteriores, com um acréscimo de 10% no ano de 2021. No entanto, a causa mortis relatada se alterou drasticamente, com um número realmente impressionante de mortos por COVID-19. Sem entrar em mais detalhes, na minha visão, o que realmente contribuiu para isto foi o fato de que hospitais estavam recebendo verbas extras quando registravam COVID-19 como causa mortis. Podemos ver dezenas de “fact checks” dizendo que isto não aconteceu, mas quando vemos AS FONTES destas checagens, são invariavelmente organizações que de alguma forma se beneficiaram financeiramente com isto.

Como é possível um aumento explosivo no número de mortes durante uma pandemia, sem que o número total de mortes no ano se altere? A pessoa escolheu morrer de COVID-19 em vez de falecer pelos motivos pelos quais todos nós falecemos? Quando este tipo de pergunta vem à tona, este é um indício de que estamos sendo manipulados.

Em São Paulo transformaram o Estádio do Pacaembu em um gigantesco hospital de campanha, para tratamento emergencial de milhares de vítimas do COVID-19. O Coronel Telhada e um grupo de parlamentares visitaram o local, que estava vazio.

Em Araraquara, o Edinho, aquele que roubou dinheiro dos respiradores, criou um enorme hospital de campanha com o mesmo objetivo, tratar centenas de vítimas do COVID-19. Adivinhem: Também estava vazio.

Em fevereiro de 2022 eu precisei viajar do Brasil para os EUA, para resolver negócios que se tornaram impossíveis de se resolver à distância. Para isto, eu, a Betânia e meu filho caçula fomos obrigados a tomar duas doses da famigerada vacina – sem a apresentação dos certificados não era possível nem sequer adentrar em certas áreas do aeroporto, quanto mais embarcar no voo. Contra tudo o que eu acreditava, fomos “vachinados”, e fizemos a viagem. A partir daquele momento eu percebi uma diminuição importante na minha capacidade de raciocínio, sensação contínua de cansaço e indisposição, meu desempenho em todas as minhas atividades se declinaram. Procurei um médico de confiança, que me receitou um tratamento intensivo com dois comprimidos de ivermectina uma vez por dia, por 30 dias. A princípio, isto me pareceu muito estranho, até que eu compreendi que a vacina (e não o vírus da doença) deixa spikes residuais em nosso organismo, que afetam diretamente o sistema respiratório e o sistema nervoso central. De um lado diminui a capacidade física, de outro diminui a capacidade intelectual. O que a ivermectina faz, é, de forma que um leigo como eu não sabe explicar, combater justamente estes spikes residuais. E, de fato, em algum tempo consegui me recuperar.

Todos nós pudemos constatar o que ocorreu após as vacinações de COVID-19, um número muito grande de mortes súbitas entre atletas e jovens, um acréscimo no número de doenças cardíacas em jovens, e o que não é facilmente mensurável, a diminuição da capacidade intelectual das populações.

Eu vivi de perto o drama de uma criança aqui em Orlando, vacinada em tenra idade justamente para poder embarcar em voo internacional, que teve uma doença cerebral gravíssima, que apontava para o seu óbito. Os médicos aqui nos EUA não estavam conseguindo melhoras no quadro da criança, até que alguém compreendeu que tudo o que estava acontecendo poderia ser consequência dos spikes da vacina. Trataram sob esta perspectiva, e hoje a criança está bela e feliz, sem traços da doença que o havia colocado em seu leito de morte. Quantos pais viram seus filhos morrer pela mesma causa que quase vitimou esta criança?

Hoje os principais envolvidos nesta fraude internacional estão sendo desmascarados; é possível até que alguns recebam pena de morte pelos crimes que cometeram. Mas a pergunta que captura minha mente não é a respeito da doença nem das consequências nefastas da vacina assassina.

Como eu disse, o assunto que cativa a minha curiosidade é a manipulação de massas, e, apesar do foco de todos ficarem entre a doença, a vacina e suas consequências diretas, eu olho para a forma como a população foi colocada em pânico, como o povo foi guiado para o lockdown e vacinação, e como a imprensa alimentou este pânico e alterou a verdade dos fatos a respeito de todas as coisas, o que continua fazendo até o presente momento.

Em 1938, a transmissão teatral de Orson Welles provocou pânico coletivo sem que houvesse a intenção real de fazê-lo. Em 2020, o mundo foi jogado em um gigantesco experimento de pânico coletivo internacional, propositalmente.

Conseguiram parar o mundo, conseguiram parar a economia mundial. Conseguiram colocar toda a frota aérea comercial no chão por meses. E com isto mostraram o que conseguem fazer com a opinião pública, em um mundo onde as pessoas aprenderam a dar mais valor a opiniões do que a fatos.

Desta vez sobrevivemos a tempo de ainda podermos responsabilizar os mentores e agentes civil e criminalmente. Mas fica a pergunta: Como será na próxima vez?


Por Arnaldo Adasz

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